Book* The Princess Diaries - Meg Cabot

Hi, my lovely readers!! I read The Princess Diaries in portuguese when I was 13 years-old, but yesterday I read that in english (now I'm 21)! So, this is my review! I hope you enjoy it!


Mia Thermopolis is a 14 year-old freshman who lives in New York City with her painter mother. She is a drama queen, because she considers herself as a freak girl. She starts her diary writing about how chaotic her life is: in her words "I'm five foot nine, flat chested, and a freshman. How much more of a freak could I be?"; her mother is dating to her Algebra teacher and her social life is lacking. Furthermore, the guy (a super popular one) who shel fell in love has a girlfriend (a mean girl who bullies her).
But, one day everything chages. Mia goes to meet her dad and he reveals that he is the prince of Genovia (a  small European principality) and consequently she is a princess who is sole heir to the throne. Mia's world falls apart when she thinks about her situation, and things get worse when she discovers that she'll have to take lessons from her crazy grandmother to learn how to be a princess.
We can "read" Mia's thoughts about her life and the world around her. It's very interesting and funny, because she is smart,a little bit crazy (totally crazy I guess hahaha that's because I like her) and she has a good heart. She lives great modern adventures with her super intelligent best friend Lilly Moscovitz. Mia has to deal with hear royal obligations, the challenges of her teenage, friendship, romance etc.

Book* O Diário de Kalyn Pt. II - Rômulo Barbosa

Hi, my lovely readers! No ano passado, eu fiz um post sobre "O Diário de Kalyn", vocês se lembram?
Eu disse que estava ansiosa para a ler a parte final da história e, há alguns dias, eu pude terminar de ler essa fantástica história! Vamos relembrar e conferir o que há de novo!


O Diário de Kalyn - MaedroSinopse
O diário de Kalyn é uma obra de ficção científica com uma pegada mais leve, que deixa de lado os aspectos clássicos do gênero, como o militarismo, para focar a vida social das tripulantes de uma nave espacial que há mais de um século, viaja pelo universo em busca da terra prometida.
Sendo formada por 90% de mulheres, a tripulação não conseguiu manter uma população estável, e desta forma trazem de volta os seus mortos com o uso da clonagem. Acreditam que cada nova criança representa a continuação da vida do ente que se foi e desta forma, recebem o mesmo nome, tratamento e profissão. Por fim, escrevem diários com o objetivo de recuperar suas memórias nas vidas futuras.O leitor tem acesso à estória por meio do diário da protagonista, Kalyn. Uma estudante de medicina que como todas as amigas, sonha em ser destaque entre os tripulantes. Porém, ela irá perceber que sua vida passada não foi nada comum e que seu antigo diário esconde um dos maiores segredos que se mantém encrustados naqueles frios e escuros corredores.   Disponível na Amazon 

Bom, o livro começa em um ponto até que tranquilo... Voltamos à vida de Kalyn: acompanhamos seu dia-a-dia no trabalho e, através dela, sabemos do que anda acontecendo no Maedro. Porém, o que parecia "calmo" de repente começa a mudar. À medida que Kalyn avança em sua grande pesquisa (relacionada aos ramilis), também vai descobrindo fatos curiosos a respeito de algumas das pessoas de seu círculo de convivência. Aos poucos, o mistério se expande... coisas realmente estranhas estão acontecendo e envolvem algo muito maior. O que isso tem a ver com Kalyn? O que tem a ver com os ramilis? Enquanto o mistério continua,  Kalyn descobre mais coisas a respeito de seu "antigo eu"e começa questionar se o que sempre foi é o que ela quer ser de fato. O descobrimento de uma nova pesquisa abala as estruturas da protagonista...

Retrospectiva Literária

Hey, my lovely readers! Feeliz Natal! Sumi do blog, mas estou bem!
Final de ano é época de remorar as leituras, filmes, músicas e acontecimentos do ano que passou. 


Esse ano foi ÓTIMO em relação ás leituras, rendeu bastante! (10 a mais que no ano passado). Li cerca de 34 livros, de vários gêneros.
Aliás, preciso fazer resenha de vários deles!

* O Hobbit - J. R. R. Tolkien   ♥ ♥ ♥ ♥ ♥   (Nota: 5 corações)
* Um Dia  - David Nichols - O MELHOR LIVRO DO ANO - ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
* O Grande Gatsby - F. Scott Fitzgerald     ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
* Inferno - Dan Brown     ♥ ♥ ♥
* O Chamado do Cuco - Robert Galbraith (aka J. K. Rowling)     ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
* Não se apega, não - Isabela Freitas   ♥ ♥ ♥ ♥ ♥  
* A Culpa é das Estrelas - John Green     ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
* Eragon - Christopher Paolini ♥ ♥ ♥ 
* Simplesmente Ana - Marina Carvalho  ♥ ♥ ♥ ♥ 
* Sangue do Olimpo - tio Rick Riordan (o mais esperado do ano)    ♥ ♥ ♥ ♥ 
* A Pirâmide Vermelha - " " ♥ ♥ ♥ 
* A Invenção de Hugo Cabret - Brian Selznick ♥ ♥ ♥ 
* A Gramática do Amor - Rocío Carmona ♥ ♥ ♥ 
* A História de Despereaux - Kate DiCamillo ♥ ♥ ♥ 
* Desventuras em série: Mau Começo (1) - Lemony Snicket ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
* A Series of Unfortunate Events: The Reptile Room (2) - Lemony Snicket ♥ ♥ ♥ 
* Extraordinário - R. J. Palacio ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
* Minha Vida Fora de Série 1 - Paula Pimenta ♥ ♥ 
* " " " " " 2 - " " ♥ ♥ 
* Lola e o Garoto da Casa ao Lado - Stephanie Perkins ♥ ♥ ♥ 
* Harry Potter e a Pedra Filosofal (reli pela quarta vez haha) - J. K. Rowling *Corações infinitos como sempre* 
* Divergente - Veronica Roth ♥ ♥ ♥ ♥ 
* Insurgente - " " ♥ ♥ ♥ ♥ 
* Convergente - " " ♥ ♥ ♥ (esse livro me deixou triste por dias! Autora malvada!)
* Detergente.. kkkkkkkk brincadeira, esse não existe!
* Literatura para quê? - Compagnon *livro acadêmico* 
* Um Caso Perdido - Colleen Hoover ♥ ♥ ♥ ♥ (Surpreendente)
* Freud, me tira dessa! - Laura Conrado ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
* Fundamentos do Budismo - Daisaku Ikeda (muito bom para conhecer o budismo de Nichiren Daishonin)
* Juramento Kayo - Daisaku Ikeda (lindo livro ♥ ) 
* Não espere pelo epitáfio - Cortella (interessante! Faz você refletir)
* Mal-estar na Civilização - Sigmund Freud (maravilhoso, embora eu não concorde com o tio Freud em alguns pontos)
* A Dor Física - J. D. Nasio (Suuper interessante)
* Diário de um Banana - Patrick Jeffrey ♥ ♥ ♥ (bom para os mais jovenzinhos!)
* A Carícia Essencial - Roberto Shinyashiki (interessante!)
* A Verdade e as Formas Jurídicas - M. Foucault (espetacular! Foucault sendo Foucault como sempre!)

Leitura atual: O Diário de Kalyn - Maedro Pt 2 - Rômulo Barbosa (um dos mais aguardados do ano, estou gostando ♥)!

Movie* Interstellar

Hi, my lovely readers! Não aguentei e tive que vir aqui escrever imediatamente sobre o maravilhoso filme "Interstellar" (no Brasil, chamado de "Interstelar").

Sinopse
Após ver a Terra consumindo boa parte de suas reservas naturais, um grupo de astronautas recebe a missão de verificar possíveis planetas para receberem a população mundial, possibilitando a continuação da espécie. Cooper (Matthew McConaughey ) é chamado para liderar o grupo e aceita a missão sabendo que pode nunca mais ver os filhos. Ao lado de Brand (Anne Hathaway), Jenkins e Doyle, ele seguirá em busca de uma nova casa. Com o passar dos anos, sua filha Murph investirá numa própria jornada para também tentar salvar a população do planeta.
Fonte: Filmow


A sci-fi (ficção científica) se inicia com o relato de alguns idosos a respeito de sua infância/juventude. No começo eu não entendi nada, mas deixei o filme me levar. Aos poucos, somos direcionados para a vida de Cooper e sua família, o enfoque é em sua filha Murph, que odeia seu nome, por conta da conhecida Lei de Murphy.A menina diz que há um fantasma em seu quarto que fica derrubando livros e enviando mensagens para ela. Para variar, ninguém acredita no que ela diz... Até que um dia, durante uma forte tempestade de areia, Cooper vê uma mensagem enviada por esse tal fantasma. Trata-se das coordenadas de algum lugar...

Para, respira

Nós sempre estamos a todo vapor, fazendo uma porção de coisas ao mesmo tempo. A correria do dia-a-dia nos consome e às vezes nem percebemos. "Você tem que fazer isso, isso e aquilo até tal data". O verbo do momento vem no imperativo "Faça!". Mas aí eu me pergunto: "o que eu realmente quero fazer dentre todas essas coisas?". É difícil responder.
A rotina estava me transformando em uma máquina e eu nem tinha me dado conta disso. Até que cheguei um dia na terapia e pensei "caramba, não consigo pensar em nada para falar. Não tive tempo nem de 'sentir', nem de pensar no que estou sentindo". Vocês fazem ideia do quão louco é isso, não ter tempo nem de pensar no que está sentindo?
No final das contas, o modelo behaviorista não estava tão errado... 
Junto com a automatização da vida (pós)moderna vem aquela sensação de vazio e mal-estar. Por quê? Porque não nascemos para ser máquinas!!! Toda a vontade e criatividade do ser humano são reprimidas por essa coisa chata chamada "rotina". O mundo exige que você seja produtivo, que alcance metas, que cumpra prazos, que faça isso, elabore aquilo e blá blá blá. 
Mas e aí? Quem é que vai te ajudar a se recompor depois que entrar em depressão ou neurose? 
Não estou dizendo que não devemos fazer nada, mas que temos uma obrigação maior que todas as outras: saber nossos limites.
Estamos inseridos nessa vida corrida de máquina e se pararmos... perderemos tudo. Se eu não entregar meus trabalhos da faculdade: adeus diplomas. Se eu não trabalhar: adeus salário, adeus alimentação, adeus vida. Mas o que defendo aqui é a "calma".
Pare por um tempo, respire. Não faça das obrigações a sua essência de viver. Digo isso porque eu mesma sempre acabo dando prioridade às obrigações. Passei a minha inteira agindo como máquina já que usei os estudos como refúgio, como uma forma de melhorar a minha vida. Porém, com o tempo eu descobri que é preciso equilibrar as coisas, porque senão todo o esforço será em vão.
Dá uma desligada na sua rotina. Sente, observe o sol, respira. Não faz mal se descansar por algumas horas ou dias (quem sabe).


Dormir é algo fundamental!! Mastigar com calma também. 
Eu não estava conseguindo dormir o suficiente, comia muito mal (coisas mais fáceis como só uma omelete ou um pedaço de frango) e o resultado era: uma zumbi de estômago dolorido.
Estava sentindo uma coisa ruim, um vazio, uma melancolia toda vez que chegava em casa e não sabia o porquê. Até que eu descobri que era por conta da rotina, a qual me sufocava em todos os sentidos (sim, provocava até falta de ar hahaha). Assim, eu decidi que precisava fazer algo em relação a isso. Então eu resolvi ter calma e deixar de ser tão apressada/desesperada. Não é fácil mudar um hábito tão cristalizado. Mas é a rotina ou a minha vida. É claro que escolho a segunda opção.
Repito: Para, respira.
Preste atenção no que sente e no que quer de verdade! É hora de decidir o que realmente vale a pena fazer.

Oasis diz bem o que é viver nesses tempos de correria:



Book * Cartas de amor aos mortos - Ava Dellaira

  


Cartas de Amor Aos Mortos   Sinopse
Tudo começa com uma tarefa para a escola: escrever uma carta para alguém que já morreu. Logo o caderno de Laurel está repleto de mensagens para Kurt Cobain, Janis Joplin, Amy Winehouse, Heath Ledger, Judy Garland, Elizabeth Bishop… apesar de ela jamais entregá-las à professora. Nessas cartas, ela analisa a história de cada uma dessas personalidades e tenta desvendar os mistérios que envolvem suas mortes. Ao mesmo tempo, conta sobre sua própria vida, como as amizades no novo colégio e seu primeiro amor: um garoto misterioso chamado Sky. Mas Laurel não pode escapar de seu passado. Só quando ela escrever a verdade sobre o que se passou com ela e com a irmã é que poderá aceitar o que aconteceu e perdoar May e a si mesma. E só quando enxergar a irmã como realmente era — encantadora e incrível, mas imperfeita como qualquer um — é que poderá seguir em frente e descobrir seu próprio caminho.              
Fonte: Skoob
Cartas de amor aos mortos” é narrado em primeira pessoa e traz a história de Laurel, uma garota de 14 anos prestes a iniciar o Ensino Médio , em outra escola, e que também se encontra diante de uma complicado desafio: superar a morte de sua irmã mais velha e melhor amiga, May.

Após a morte da irmã, sua mãe se muda para a Califórnia e Laurel passa a morar, uma semana na casa do pai e outra na casa da tia.

Um dia, na aula de inglês, a professora pede a todos que escrevam uma carta a alguém que morreu e Laurel decide escrever a Kurt Cobain, vocalista do Nirvana, pois sua irmã era fã deste.

Laurel resolve não entregar a carta à professora e continua escrevendo essas cartas a diversas celebridades mortas, como Kurt Cobain, Amy Winehouse, Elizabeth Bishop entre outras.

Nessas cartas, Laurel escreve sobre os acontecimentos de sua vida, seja do passado (morte da sua irmã e um segredo “pesado” que ela guarda) ou do presente (novas amizades, problemas familiares e o primeiro  amor) e a vida dessas celebridades.

Através das cartas conseguimos perceber o amadurecimento da protagonista, percebendo como ela superou seus traumas e a morte da irmã e como ela encontrou sua própria identidade.

Ganhei o livro de uma amiga, a capa é maravilhosa, e estava muito ansiosa pela leitura.

Por ser escrito em primeira pessoa, o livro é muito envolvente, permitindo uma maior identificação com a protagonista.

Os pontos altos do livro (na minha humilde opinião) é o amadurecimento da protagonista, a relação de amizade que a mesma tinha com a sua irmã e a história de suas duas novas amigas, Hannah e Natalie. Por outro lado, o ponto baixo do livro é o pouco desenvolvimento do namoro de Laurel com Sky, pois parece que o amor aconteceu do nada, e acabei não me envolvendo com o relacionamento dos dois, no entanto, o livro não deixa de ser interessante, envolvente e emocionante.

Acredito que quem leu e gostou do livro “As vantagens de ser invisível” de Stephen Chbosky “ vai amar essa história.

 Cartas de amor aos mortos vai levar 4 estrelinhas = ✰✰✰✰

Book* Um Caso Perdido (Hopeless) - Colleer Hoover

Hi, my lovely readers!! Que saudades de escrever resenha! Aqui estou eu, enfim.
Hoje vim falar de um livro que parece uma coisa, mas na verdade é outra haha! Um romance que vai além do romance, pois aborda um assunto deveras complicado.

Um Caso PerdidoSinopse
Às vezes, descobrir a verdade pode te deixar com menos esperança do que acreditar em mentiras... Em seu último ano de escola, Sky conhece Dean Holder, um rapaz com uma reputação capaz de rivalizar com a dela. Em um único encontro, ele conseguiu amedrontá-la e cativá-la. E algo nele faz com que memórias de seu passado conturbado comecem a voltar, mesmo depois de todo o trabalho que teve para enterrá-las. Mas o misterioso Holder também tem sua parcela de segredos e quando eles são revelados, a vida de Sky muda drasticamente.
Fonte: Skoob


Para começar, só o título do livro já despertou meu interesse! Adoro histórias com personagens complicados. Quando a Flávinha o emprestou para mim, dizendo que eu precisava ler, fiquei mais curiosa ainda. Como várias pessoas comentam, de início, parece que o livro contém mais um daqueles romances clichês. No entanto, pode acreditar que a história vai muito além disso, muito mesmo. Coller Hoover monta o enredo de modo a deixar o leitor curioso a respeito de certos fatos misteriosos. A sinopse já nos faz pensar: "mas que raio de passado é esse? O que será que acontece? Que verdade Sky terá de enfrentar?". Pensei em inúmeras possibilidades, mas não cheguei nem perto de acertar. Achei que tinha a ver com romance proibido entre irmãos, problemas com drogas ou álcool.... mas errei feio.

Letters* Intensidade

Durante toda a minha vida sempre senti o mundo de uma forma um tanto quanto intensa demais. Todas as alegrias e tristezas entravam em mim como uma enxurrada. Cada sensação era um tsunami ou uma erupção vulcânica. Todas as palavras se inscreviam em mim brutalmente (e magicamente), como se a minha alma fosse um bloco de cera e as palavras escritas com um estilete afiado. Eu via e pensava no mundo, nas pessoas, no universo, nos sentimentos de forma profunda. Meus devaneios davam uma volta completa e caleidoscópica dentro de mim. Eu vivenciava cada amizade, amor, experiência com toda a intensidade de que eu era composta. Um olhar, para mim, era mais que um simples olhar. Uma palavra, mais do que uma simples palavra. Um gesto, bem mais do que um simples gesto. Uma história, bem mais do que uma simples história. Se eu era sua amiga, era amiga de verdade, daquelas que lutaria junto com você e estaria ao seu lado pra sempre. Se eu era sua colega de trabalho em grupo, eu me esforçaria e faria um trabalho duro para conseguir uma boa nota para nós. Se eu era sua filha, iria fazer de tudo pra te dar orgulho e amar você tão intensamente de modo que atacaria qualquer um que tentasse te machucar. Sempre me senti dessa forma, sempre vivi assim. Se estava calma, era brisa. Mas quando ficava brava, eu era ventania... furacão. Sem meio termo. Ou eu te amava ou te esqueceria para sempre. Ou eu não faria algo, ou mergulharia de vez naquilo. Ou equilibrada, ou completamente louca. Sabe o que era mais estranho? Eu achava que todas as pessoas eram como eu, viam e sentiam o mundo da mesma forma. Mas nem todos são assim.
Para alguém desse jeito, a pior e melhor coisa que pode acontecer é amar. O amor é a manifestação mais perigosa e bela daqueles que são intensos. Pode te destruir ou causar sua ascensão. Você ama tanto alguém a ponto de sentir essa pessoa (ou animal! Por exemplo: o seu gato/cachorro) dentro de você, como se fizesse parte de sua própria constituição. E quando esse alguém vai embora, é como se um pedaço do que você tivesse sido arrancado do corpo/da alma. Dói, arrasa, te faz ficar no chão se contorcendo. Mas depois que se recupera, não restam traços do amor que outrora sentia. Ou é tudo ou nada.

Bienal do Livro 2014

Hi, my lovely readers!!!
Hoje é 1º de Setembro! Dia de voltar a Hogwarts! Sabem o que é demais? Minhas aulas também voltam hoje. Além disso, aqui está chovendo, estou me sentindo em Londres. Ahh tenho novidades para vocês! Uma grande surpresa vem por aí, fiquem ligados. Por ora, só posso dizer isso hihi.
Nesse final de semana, chegou o tão aguardado dia de ir à 23ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
Saí da minha cidade às 7h da manhã! Eu, um amigo e uma amiga pegamos o ônibus e rumamos para a capital. Já fui preparada para enfrentar o caos. Levei mochila, lanche e água. Por sorte, ganhei dois ingressos da Giz Editorial e não tive que enfrentar fila para comprá-los. Na verdade, eu perdi o prazo de envio dos meus dados para a Giz Editorial, mas a minha amiga Flávia conseguiu os ingressos e acabou me doando eles (aah obrigada)! Logo que chegamos na rodoviária do Tietê, vimos uma multidão esperando pelo ônibus que nos levaria ao Anhembi. Acabamos pegando uma lotação paga e chegamos lá antes do evento ser aberto. Gente, pensa numa fila enorme! Minha nossa, eu nunca vi tantas pessoas loucas por livros antes. Foi a minha terceira vez na Bienal, mas pelo que me lembro a fila do ano retrasado estava menor. Depois de esperarmos por algum tempo e rirmos com o povo tirando "selfie na fila", conseguimos entrar.
Visitamos vários estandes, mas eu estava em busca das super promoções (afinal, universitários nunca tem muito dinheiro haha). Encontrei na editora Leya, a coleção de livros de Hannah Howell por apenas R$ 9,90! O meu escolhido foi "A Vidente" (achei os livros tão bonitinhos e delicados com uma fitinha do lado). Mas a minha amiga Amanda acabou dando-o de presente para mim. Amei!!
Tinha fila para entrar na Intrínseca! Mas acabei conseguindo comprar "Círculo" por apenas R$ 9,90 também. No estande da Novo Conceito valeu muito a pena ir, TODOS os livros estavam com preços ÓTIMOS. Aliás, fiquei extremamente feliz por achar o livro "Até eu te Encontrar" por apenas R$ 15,00 (afinal, nos sites de livrarias estava custando o dobro ou mais)!! Para completar a alegria, a autora do livro, Graciela Mayrink, estava lá e foi super simpática (consegui autógrafo)! Mas esse livro foi um presente para minha amiga Flávia (cujo nome é o mesmo da protagonista do livro sobre o qual falo)! Encontrei um versão mini do livro "Ame o que é Seu" por R$ 5,00!! Devo confessar que a minha MAIOR felicidade foi ganhar de presente "O Nome do Vento" (muuuuuuito obrigada Noguti kun)! Eu estava LOUCA por esse livro!!!  
Eu vi várias pessoas "conhecidas"! A Pâm do Garota It, um dos meninos do Cabine Literária, o Ziraldo, aquela nova autora de cabelo lindamente coloridos Luiza Trigo etc. 
Depois de muitas andanças, eu e meus amigos sentamos e contemplamos a Bienal-formigueiro. Infelizmente, aconteceu algo bem chato, nós nos perdemos da Ana e acabamos não nos encontrando. Às 13h, já estava impossível de entrar nos estandes. Saímos da Bienal e fomos para a Liberdade!! O passeio foi ótimo e acabou me rendendo uma camiseta de Hogwarts! Enfim, valeu muito a pena ir a essa Bienal. Agora só falta tempo para ler todos os livros maravilindos que consegui.

Aqui estão algumas fotos do meu sábado literário:









Quarto Escuro - T. T. Yamasaki

Entrei no quarto de Heath, as luzes estavam apagadas... o silêncio predominava o ambiente sombrio. Um riso apareceu em minha face cansada, quando concluí que aquele quarto era o retrato perfeito de seu dono. Sombrio, taciturno e macambúzio. 
Na cama, forrada por um  lençol com  pequenos pontos de flores verde-musgo, havia um livro surrado. Minha curiosidade diante de livros, seja lá quais fossem, me impeliu a verificar o título da obra.
"Reflexões de uma mente perturbada". Mais um riso. Realmente, tudo ali denunciava a personalidade dele.
Talvez tenha sido esse o motivo pelo qual Heath veio até mim, ele queria analisar uma mente verdadeiramente permeada pelo caos.
Por mais que eu sempre fosse a representação da paz interior, eu não era nada daquilo. Heath percebeu isso. Ele consegue farejar o caos... mesmo que esteja envolto a uma máscara de normalidade.
Sentei na cama e observei o quarto inteiro. 
Eu não sabia o que estava fazendo ali, como viera parar em tal lugar.

Dorama* Personal Taste

Hi, my lovely readers!! Ai ai, hoje assisti o último episódio do K-Drama "Personal Taste"!
Eu já tinha ouvido falar muitoo desse dorama! Até que baixei uma música de sua trilha sonora! Devo dizer que o que mais me chamou atenção na "imagem de capa" da música foi o Lee Min Ho (lindo, maravilhoso) kkkk Posteriormente, uma amiga me falou de "Personal Taste" em um dia na biblioteca da faculdade e, nesse mesmo dia, me mostrou um clipe lindo no qual apareciam os protagonistas.
E, finalmente, graças a super indicação da minha amiga xará, resolvi começar a assistir!!

De início, conhecemos Park Gae In, uma destrambelhada e desleixada designer de móveis. Gae In se prepara para um dia que promete ser bom, veste a primeira roupa que encontra pela frente e prende o cabelo em um rabo de cavalo desajeitado. Enquanto isso, o determinado e metódico arquiteto Jeon Jin Ho se prepara para um dia decisivo em sua carreira. É assim que toda a história começa...
 O primeiro contato entre os dois é desastroso! Ambos se irritam um com o outro e depois do encontro "por acaso" seguem suas vidas, achando que nunca mais encontrarão um ao outro.

Book* Um Dia - David Nicholls

Hi, my lovely readers!
Quando fui ao médico com a minha mãe, não imaginei que fosse voltar para casa com um livro! Eu e a mamys passamos na Americanas e eis que eu vejo o livro "Um Dia" com aquela capa linda de efeito vintage, com a diva Anne Hathaway envolvida em um doce beijo com o lindo Jim Sturgess. Não resisti, o livro me chamou e acabei levando-o! Estava apenas R$ 19,90! Foi uma das melhores aquisições do ano! Não imaginei que naquele momento, estava comprando o "livro da minha vida".


Sinopse
Dexter Mayhew e Emma Morley se conheceram em 1988. Ambos sabem que no dia seguinte, após a formatura na universidade, deverão trilhar caminhos diferentes. Mas, depois de apenas um dia juntos, não conseguem parar de pensar um no outro.
Os anos se passam e Dex e Em levam vidas isoladas - vidas muito diferentes daquelas que eles sonhavam ter. Porém, incapazes de esquecer o sentimento muito especial que os arrebatou naquela primeira noite, surge uma extraordinária relação entre os dois.
Ao longo dos vinte anos seguintes, flashes do relacionamento deles são narrados, um por ano, todos no mesmo dia: 15 de julho. Dexter e Emma enfrentam disputas e brigas, esperanças e oportunidades perdidas, risos e lágrimas. E, conforme o verdadeiro significado desse dia crucial é desvendado, eles precisam acertar contas com a essência do amor e da própria vida.
Fonte: Skoob

O livro se inicia no dia 15 de Julho de 1988 com Dexter e Emma conversando deitados juntos na cama de Emma. Eles acabaram de se conhecer e dialogam a respeito do futuro, sobre o que farão depois que a faculdade oficialmente acabar. Assim, conhecemos mais os dois personagens. Dexter é bem de vida, sossegado e tudo o que quer é ser feliz e aproveitar bem todos os seus dias. Emma é profunda, envolvida em causas sociais, amante das artes. Porém, eles são muito mais do que isso, conforme vamos acompanhando no decorrer do livro. Emma tem uma queda por Dexter e o moço parece sentir algo por ela, porém não sente ímpeto de iniciar um relacionamento. Dessa forma, surge uma grande amizade.

Book* Desventuras em Série 2: A Sala dos Répteis - Lemony Snicket


Hi, my lovely readers! Conforme eu havia prometido no post anterior, aqui está a versão em português da resenha referente ao livro "A Sala dos Répteis"!

Desventuras em Série: A Sala dos RépteisSinopse
Lemony Snicket é um autor que não pode ser acusado de falta de franqueza. Sabe que nem todo mundo suporta as tristezas que ele conta e por isso - para que depois ninguém reclame - faz questão de avisar: "Se você esperava encontrar uma história tranqüila e alegre, lamento dizer que escolheu o livro errado. A história pode parecer animadora no início, quando os meninos Baudelaire passam o tempo em companhia de alguns répteis interessantes e de um tio alto-astral, mas não se deixem enganar...".
Os Baudelaire têm mesmo uma incrível má sorte, mas pode-se afirmar que a vida deles seria bem mais fácil se não tivessem de enfrentar o tempo todo as armadilhas de seu arquiinimigo: o conde Olaf, um homem revoltante, gosmento e pérfido. Em Mau Começo ele deu uma pequena amostra do que é capaz de fazer para infernizar a vida de Violet, Klaus e Sunny Baudelaire - e aqui as coisas só pioram.
Fonte: Skoob

Simplesmente AMEI o primeiro livro dessa série, como deu para perceber nessa resenha (AQUI).
Porém, não tenho a coleção completa, apenas o livro inicial... Mas não aguentei de curiosidade e decidi ler o segundo livro, e optei por lê-lo em inglês para treinar a leitura. 
Foi muito bom reencontrar os irmãos Baudelaire e conhecer mais uma de suas desventuras!
Neste livro, os Baudelaire conhecem seu "tio" e novo tutor, Dr. Montgomery. Ele é herpetologista e tem uma sala incrível, cheia de répteis (especialmente cobras!). Violet, Klaus e Sunny passam dias felizes com o tio Monty, porque ele é amigável (e gentil) - o contrário do terrível Conde Olaf. Cada uma das crianças tem seu próprio quarto e todas as manhãs trabalham com o tio Monty, fazendo o que eles gostam de fazer. O tio Monty conta que as crianças irão com ele para uma expedição ao Peru, assim que seu novo assistente chegar! Algo suspeito aconteceu com seu antigo assistente, então ele teve de contratar outro. Os irmãos Baudelaire conhecem a sala dos répteis e ficam extremamente fascinados com tudo o que veem. Quando eles se deparam com a Víbora Incrivelmente Mortífera, ficam realmente apavorados. Mas de mortífera, a cobra não tem nada!! Sunny até fica amiga do animalzinho! A cobra é a mais nova grande descoberta do tio Monty, ele irá apresentá-la à comunidade de herpetologistas em breve.
Quanto Stephano (o novo assistente) chega... os Baudelaire tem uma surpresa horrível.... O homem é na verdade Conde Olaf, disfarçado!! A partir daí, o terror começa.... rs
Dá-me uma agonia quando as crianças tentam alertar o tio Monty, mas nunca conseguem!! Ora porque ele não os ouve, ora porque Stephano os ameaça. Senti tanta vontade de pegar o Conde Olaf pelo pescoço e trancá-lo junto com uma cobra venenosa!! Como vimos no livro anterior, os mais velhos nunca ouvem os irmãos Baudelaire. Aliás, por que os adultos nunca dão muita atenção ao que as crianças dizem?
Uma onda de pânico retorna ao coração dos irmãos, visto que eles ainda se lembram de todo o sofrimento vivenciado na casa de Olaf. Todos sabemos que o que o malvadão quer é a fortuna dos Baudelaire.. O que ele fará para conseguir? Ele conseguirá viajar para o Peru junto com as crianças? O que estas farão?
Vocês terão que ler para descobrir haaha!! A história é realmente muito legal! Como sempre, os Baudelaire utilizam seus atributos para vencer as dificuldades e transformar o azar em força. Adoro a maneira inteligente como eles sempre conseguem desmascarar aquele asqueroso do Conde Olaf!!
O narrador, como de costume, sempre conversa conosco, leitores. Ele antecipa acontecimentos e nos prepara para o pior! O livro me fez pensar que às vezes o que julgamos como desventuras, na verdade, são grandes aventuras e golpes de sorte! Basta saber enxergar!
Mal posso esperar para ler o próximo livro! Agora só faltam 11!! Rsrs




Book* A Series of Unfortunate Events 2: The Reptile Room - Lemony Snicket

Hi, my lovely readers!! Eu terminei de ler "A Sala dos Répteis", segundo livro de "Desventuras em Série". Li a versão em inglês, porque queria treinar minha leitura e também "sentir" a história na sua língua "original".
Foi uma leitura tranquila, mas confesso que muitas das palavras usadas pelo autor não constavam no meu vocabulário (bom, porque aprendi mais). O bacana é que Lemony Snicket explica o significado de algumas expressões e palavras presentes na narrativa.
A resenha será escrita tanto em inglês, quanto em português, ok? Espero que gostem!

Sinopse
The Reptile RoomThe three unluckiest children in the world and their greedy relative, Count Olaf, return for another misfortunate adventure in The Reptile Room, the second book in Lemony Snicket's A Series of Unfortunate Events. The Baudelaire children survived their first encounter with the dastardly and scheming Olaf, but the Count doesn't give up easily. Nor does the Baudelaire luck ever seem to improve.
Source: Skoob 

We have known in the first book the tragic story about the Baudelaire children's parents. In the second book, the children meet their uncle and new tutor Dr. Montgomery. He is a herpetologist and has an incredible room full of reptiles (especially snakes)!!  Violet, Klaus and Sunny spend happy days with Uncle Monty, because he is very friendly - the opposite of the terrible Count Olaf, their last tutor.  Each one of them has their own room and they can work with Uncle Monty, doing what they like to do. Uncle Monty tells the children that they will be going on an expedition to Peru with his new assistant, Stephano.
Violet, Klaus and Sunny are curious and fascinated by the snakes in the Reptile Room. When they see The Incredibly Deadly Viper, they get scared, but Uncle Monty says that the snake is inoffensive. That snake is his  great discovery.  The Incredibly Deadly Viper and Sunny become friends, own *-*
When Stephano arrives, the Baudelaire Children have a horrible surprise… That man is Count Olaf in disguise!! I was afflicted when the children try to warn Uncle Monty, because Stephano always foils their attempts and their Uncle never listens to their advices (as well as Mr. Poe does). By the way, why do adults never listen to the children? The panic appears in the Baudelaire children`s life. They remember all the evil things that Count Olaf has done against them. But I became very surprised when Uncle Mont reveals that he knows that Stephano is evil. However, he believes that Stephano is an impostor whose plan is to steal The Incredibly Deadly Viper. Uncle Monty tells that Stephano will not be going travel with them… But Stephano continues to threaten the orphans. I thought that he was evil, but not so evil! Count Olaf does something really terrible. That unfortunate event changes the story…. Baudelaire Children have to face a sad situation again. What does Count Olaf do?  Does he go on the trip with Uncle Monty and the orphans? Does he get the Baudelaire’s fortune?
You have to read to know what happens!! The snakes have an important role in the story!  I think the end is very good!  The children fight against their bad luck using their qualities as they have done since the first book. They are very smart! I loved this book.

Dica literária* A Capitolina

Olá novamente! Como comentei no post anterior, o "My Wonderland" foi um dos blogs selecionados para fazer parceria com a revista literária "A Capitolina"! Já comentei aqui no blog sobre essa revista literária tão bacana, quando fui convidada a escrever um texto para sua primeira edição.Aliás, a  Clarice Paes, editora-chefe escreve poemas maravilhosos e publicou o livro "Amaríssimo"! Vale a pena conferir!
Como está escrito na página do Face concernente à revista: "A Capitolina" é uma revista sobre literatura, nova, diferente, interessante, trazendo curiosidades, artigos, resenhas, poemas, contos e mais!
Há sempre textos muito interessantes, além de dicas literárias. O visual da revista é realmente muito bonito!
A cada edição, um tema diferente é abordado sob o ponto de vista de várias pessoas. A revista não privilegia apenas um tipo de literatura, há uma diversidade de gostos literários! 
Recomendo-a para todos aqueles que gostam de ler!
Conheçam a página da revista no Face e confiram as edições! Espero que gostem!

Book* Não se apega, não - Isabela Freitas

Hi, my lovely readers! Estou realmente feliz por ter sido uma das selecionadas para fazer parceria com a maravilhosa revista literária "A Capitolina"! Falarei mais sobre a revista no próximo post, ok?
Como estou de molho em casa, por conta do fato de que arranquei mais um dente do siso (trágico kk), tenho lido mais do que o normal (um livro a cada dia... eee). Anteontem, terminei de ler o livro "Não se apega, não", o qual foi recomendando e emprestado pela Flávia *-* (que sempre me empresta e recomenda ótimos livros). 

Não Se Apega, Não
Sinopse: Desapegar: remover da sua vida tudo que torne o seu coração mais pesado. Loucos são os que mantêm relacionamentos ruins por medo da solidão. Qual é o problema de ficar sozinha? Que me desculpe o criador da frase “você deve encontrar a metade da sua laranja”. Calma lá, amigo. Eu nem gosto de laranja. O amor vem pros distraídos.Tudo começa com um ponto-final: a decisão de terminar um namoro de dois anos com Gustavo, o namorado dos sonhos de toda garota. As amigas acharam que Isabela tinha enlouquecido, porque, afinal de contas, eles formavam um casal PER-FEI-TO! Mas por trás das aparências existia uma menina infeliz, disposta a assumir as consequências pela decisão de ficar sozinha. Estava na hora de resgatar o amor-próprio, a autoconfiança e entrar em contato com seus próprios desejos. Parece fácil, mas atrapalhada do jeito que é, Isabela precisa primeiro lidar com o assédio de um primo gostosão, das tentações da balada e, principalmente, entender que o príncipe encantado é artigo em falta no mercado. Isabela Freitas, em seu primeiro livro, narra os percalços vividos por sua personagem para encarar a vida e não se apegar ao que não presta, ainda assim, preservando seu lado romântico. Fonte: Skoob

O livro aborda a questão do desapego, dos relacionamentos que não dão certo e até mesmo da amizade.Isabela nos conta algumas de suas experiências amorosas que fracassaram e tenta descobrir o motivo do fracasso. A moça defende que é preciso praticar o desapego. Mas o que significa "desapegar"? Desapego é deixar para trás tudo aquilo que te faz mal, que pesa, que não é necessário na sua vida. Acredito que a maioria das pessoas acha que praticar o desapego é algo muito difícil. Eu creio que é realmente complicado, mas uma hora sempre conseguimos desapegar. Não apenas de sentimentos, lembranças,mas até mesmo de coisas que não usamos mais.

Book* Extraordinário - R. J. Palacio

Hi, my lovely readers! Espero que estejam todos bem!
Ontem terminei de ler "Extraordinário", livro que ganhei da minha amiga Flávia!

Sinopse
August Pullman, o Auggie, nasceu com uma síndrome genética cuja sequela é uma severa deformidade facial, que lhe impôs diversas cirurgias e complicações médicas. Por isso ele nunca frequentou uma escola de verdade... até agora. Todo mundo sabe que é difícil ser um aluno novo, mais ainda quando se tem um rosto tão diferente. Prestes a começar o quinto ano em um colégio particular de Nova York, Auggie tem uma missão nada fácil pela frente: convencer os colegas de que, apesar da aparência incomum, ele é um menino igual a todos os outros.
Fonte: Skoob

Esse é um dos livros que com certeza lerei com meus futuros alunos! 
De início, o livro é narrado pelo próprio Auggie. Assim, somos introduzidos ao seu mundo e também criamos o desenho do seu rosto, a partir das descrições feitas pelo menino. Auggie está prestes a encarar um grande desafio: entrar para a escola. 
Ele entra para o quinto ano, morrendo de receio em relação à nova experiência. O diretor do Ensino Fundamental II, Sr. Buzanfa (sim, esse é o nome dele kkkkk) é muito gentil!! Ele convoca três alunos para mostrar a escola para o Auggie. Dentre eles estão Jack e Julian, o segundo é um tremendo imbecil que causará muitas coisas ruins ao nosso protagonista.

Trilogia Divergente - Veronica Roth

Hi, my lovely readers! Como estão?? Espero que muito bem ^^
Hoje vim falar da trilogia "Divergente", a qual terminei de ler recentemente. Fiquei muito abalada com o final, por isso demorei para escrever essa resenha que abrangerá um pouco dos três livros.  Li os dois últimos livros com um amigo; foi bom compartilhar as angústias, emoções, reflexões, indignações e ressaca literária! Recomendo ler em dupla ou em grupo, é uma experiência legal!

DivergenteLivro 1 - Divergente
Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto.A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive. Fonte: Skoob

Graças a minha amiga Flávia, pude ter contato com o primeiro livro! De início, conhecemos a jovem Tris Prior, sua vida, o lugar onde vive e várias outras coisas.  Acho que a sinopse sintetiza bem o que é esse começo do livro.

Muitas coisas!

Hi, my lovely readers!!!! Andei postando apenas alguns textos muitcho loucos recentemente, né? Kkkkk
Eu ando lendo muito Bukowski! Andava com tanta coisa engasgada em mim. Um lado meu que não mostro para ninguém precisava gritar e o meio que arranjei de fazer isso foi escrever.
Mas acredito que agora eu esteja melhor resolvida comigo mesma! O dia 15/06 foi realmente muito importante para mim, pois me converti "oficialmente" ao Budismo de Nichiren Daishonin.  Eu me encontrei no que diz respeito à religião. Expandi minha visão de Deus e me sinto bem nessa vertente de budismo que busca a criação de valores humanos, preza a cultura, a educação, o estudo e a fé. Além disso, envolve ciência e filosofia juntamente com preceitos religiosos. Adoro isso!
Me sinto muito melhor do que alguns meses atrás. De verdade.
Consegui uma estante decente para os meus preciosos livros! É essa aí embaixo haha!
Coloquei alguns enfeites na primeira prateleira, além de algumas fotos.
A segunda é reservada aos meus livros de aventura favoritos! Tenho a coleção de Harry Potter (muito amoor), primeira coleção de Percy Jackson, Crônicas de Nárnia (volume único), O Hobbit etc.
Da terceira em diante tem de tudo! Chick-lits, livros de mistério, clássicos...Estou apaixonada pela estante! Pretendo preenchê-la! 


Na sexta fui á Livraria Leitura com um amigo e encontrei "Eragon" por apenas R$ 19,90!! Ganhei "Insurgente" de presente *-*
Estou fazendo uma reforma na minha vida, arrumando desde o quarto até o meu modo de vestir rs!
É gostoso mergulhar dentro de si.
Aprecio bastante organizar minha estante e meu quarto (o qual divido com minha mãe e minha irmã)... pois é meu cantinho, um pequeno mundo particular.
Aliás, nós mesmos somos um pequeno universo. Vendo o meu Weheartit, eu pude me lembrar das coisas que gosto, as quais mostram muito do que eu sou. Também pude recordar sentimentos antigos através das frases que eu hearteei. O que mais vi por lá foram: desenhos bonitos, cenas de romances (A Culpa é das Estrelas domina a primeira leva de imagens!), roupas e acessórios fofos, frases loucas em inglês, cenas de animes e de desenhos da Disney, animais, livros, fotos do Ian Lindo Somerhalder, backgrounds vintage, Taylor Swift, paisagens etc.
Lembrei da época em que cismei que queria pintar meu cabelo de vermelho, em que estava vidrada nos capítulos de Hana Yori Dango e tantas outras coisas....

Cinderela | via Facebook

Diante disso tudo, percebi que tenho muito o que postar no blog! Quero escrever sobre muitas coisas de que gosto. O próximo post será sobre "Desenhos". Espero que gostem!

O lado que eu não mostro

Acordei atrasada, até aí tudo bem. Deu tempo de pegar o ônibus! Lotado! Por sorte, consegui um banco. Sento e começo a ouvir minhas velhas músicas preferidas e sinto que os sentimentos que elas trazem também são velhos. Preciso atualizá-la.
Eu penso, penso, penso. Não há mais com o que devanear. Vazio.
Só quero que o dia acabe logo. 
Vazio. Irritação com a porcaria de Copa do Mundo. Nojo de viver nesse país.
08:30: frio, carros passando, cabelos voando, inspiração.
E eu sempre pensando no que eu poderia ser, descontente com a minha atual situação.
Queria mudar de casa, de cidade, de vida.
Penso, repito: "transforma, Thaís, tudo em benefício."
Estou ficando boa nisso! 
Minha mãe liga e fala de um jeito grosso, palavras duras, reclamação, destrato. Mágoa no meu coração.
Fui ao abrigo de moradores de rua e tive o desprazer de ser destratada (de novo): "ah ela é só aluna, mais nada."
Emburrei, pegou no meu ponto fraco da semana: ser destratada, desprezada.
Recebi o maior destrato do mundo, no final de semana, da pessoa que eu estou começando a detestar.
Parabéns, "amigo", você está conseguindo ganhar o meu desprezo!
Chorei, chorei lágrimas geladas por conta disso. Mas minha chateação não tem durado mais que 26 minutos e 10 segundos. Que se exploda a sua humilhação.
Outros moradores de rua me fazem sorrir, aprendo um monte de coisas. Vejo neles sujeitos incríveis.
Pessoas que por algum motivo caíram nessa desgraça de perder seus lares.
Saio do abrigo contente por me inspirar e ser motivada por essas pessoas magníficas que valem mais que muito playboy metido à besta.
Converso e converso com a minha professora. Me sinto bem.
Lá vou eu enfrentar o caminho até a Unicamp, um trajeto que me traz alegria e tristeza. Mas hoje nem pensei nisso... Vazio.
Almocei salgado integral de ricota e brócolis. Delícia, mas tão sem graça quanto a minha vida.
Tanta gente, tanto vazio.
Sozinha, sozinha, sozinha.. estudo, estudo, estudo... é só isso que eu faço.
Reclamo por estar sempre sozinha, mas é desse jeito que mais gosto de ficar.
Hoje não estou afim de falar com ninguém. Hoje eu estou achando o mundo todo uma grande droga superficial.
Tive a alegria de encontrar uma amiga e conversamos um pouco.
Alegria.
Nos despedimos.
Vazio.
Reunião de orientação. A melhor parte do meu dia!! Quantas coisas pensamos, imaginamos, refletimos e discutimos. Adoro a minha orientadora, os meus amigos orientandos e a nossa perspectiva teórica.
Falo sobre Física Quântica. Eu dou um jeito de enfiar Física Quântica numa discussão sobre tradução! Acredite, Letras e Física tem muito em comum. Falo do gato de Schrödinger. Sabe, ando que nem ele. Nem morta, nem viva. Todos nós andamos assim.
Frio, ponto de ônibus, vontade de chegar em casa, fome.
Mas uma cena bonita enche meu coração de paz, o vento faz as folhas das árvores dançarem na avenida. Que lindo!! 
Chego em casa, oh doce ilusão de paz.
Discuto com a minha mãe. Hoje ela está atacada. Coloca sempre os outros na minha frente e que se dane o que eu quero fazer ou o que eu peço.
Chorei, emburrei, embraveci.
Destratada, mágoa, "amigo" que me desprezou, mãe que me desprezou. Quero sumir do mundo.
Chuveiro, água escorre pelo meu corpo enquanto eu choro. A água do chuveiro se mistura com as minhas lágrimas. Pesa demais ser eu, viver minha vida.
Não quero entrar no Facebook e só ver porcaria, as pessoas me irritam, tudo me irrita.
Não quero falar com ninguém.
NINGUÉM.
Eu quero ser invisível. Quero paz. Quero passar por essa fase.. logo.
Quero deixar de comer a ricota sem graça e pelo menos comer uma torrada com manteiga.


Numa sala de espera

Sentei no sofá da clínica de psicologia e psiquiatria. O mesmo clima de sala de espera de quaisquer outros consultórios. O rádio estava sintonizado na pior estação possível. Uma música funérea dominava o ambiente.
Pessoas impacientes vidradas em seus celulares aguardavam seus nomes serem chamados, pessoas que viviam vidas virtuais e buscavam encontrar uma vida real. E eu estava entre elas.
Estava na sala de espera. Vendo a vez dos outros chegar e a minha não. Isso pode ser uma metáfora para a minha vida, mas aqui falo de modo literal.
Fiquei imaginando a feição da minha psicóloga, já imaginei uma senhora com rosto bondoso e óculos de gatinho. 
Chegara meia hora mais cedo, eu amo e detesto a minha pontualidade. 
Uma Thaís foi chamada, mas não era eu, pelo visto. Uma senhora de óculos de gatinho (haha que coincidência) abriu a porta e uma moça que seria a minha xará a acompanhou.
Pode ser que alguém tenha ido no meu lugar por engano, pensei (na vida e na consulta).
Alguns minutos depois, a moça volta e a psicóloga entoa outra vez o meu nome:
- Thaís.
Me pergunto o porque de eu estar ali, o porque de eu ter decidido pedir ajuda a alguém cuja fuça eu nunca tinha visto.
Levanto-me, a minha vontade é maior.
Juro que achei que a sala da psicóloga seria em tons pastéis (azul, sobretudo), com um divã e uma cadeira.
Mas só havia algumas cadeiras e uma decoração que me fez sentir numa espécie de aula de Yoga.
Foi aí que eu me enfrentei.
A arena era aquele tapete cinza (e sobre ele pedras e vasos).
Falei tudo o que estava engasgado, relembrei de coisas, tive que olhar para tudo, desde a minha relação com familiares até o meu dia-a-dia.
Eu nem chorei, como teria feito há alguns anos.
Só achei, naquele momento, que eu não precisava mais de psicóloga. 
Porque a cada pergunta, eu respondia: "enfrentei, enfrentei, enfrentei, superei, venci, não voltou mais, não senti aquilo de novo."
Estava achando sufocante tudo aquilo. Eu só queria ir embora e mergulhar na minha quase-vida e transformá-la numa vida de verdade.
Fim.
Fui classificada com um nível tranquilo de situação já que me foram dadas duas opções: terapia individual ou terapia em grupo. E eu achando que me encaminhariam para a psiquiatria!
Saí de lá contente por não estar tão mal e por ter vencido tantas batalhas.
Mas aquele ambiente me fez pensar que os lugares, as roupas, a música, a decoração mostram muito sobre o nosso estado de espírito e o influenciam também.
Percebi que decididamente não aprecio a cor marrom. O branco, de fato, me traz paz.. uma sensação de limpeza. Mas sou apaixonada pelo preto, pelo seu mistério, pela sua magia... Eu sou preto e branco.
Claro e escuro. Sou o sim e o não. 
Desde aquele dia, tenho investido em colocar coisas coloridas no meu quarto e tenho acordado mais enérgica e esperançosa.
Mas é com as luzes apagadas que eu gosto de dormir.

Uma interpretação: A Culpa é das Estrelas - John Green

A Culpa é das EstrelasEntão eu terminei de ler "A Culpa é das Estrelas" e diversos pensamentos invadiram a minha mente, bem como uma amálgama de sensações tomou conta da minha alma.Chorei como uma bezerrinha durante a leitura e tudo o que pude pensar foi: "João Verde, por que teve de escrever algo tão cruel e tão maravilhoso????"
O livro é profundo, eu adoro livros profundos. A escrita parece simples, mas carrega em si toda uma rede quântica de reflexões e sentimentos que só são percebidas por nós, à medida que se inscrevem em nosso ser e passam por nossos olhos interpretativos.
Eu sempre mergulho na escrita dentro do que eu mesma escrevo. Com a escrita do outro, eu escrevo a mim mesma.
Não pude deixar de sentir na pele a história de Hazel e Gus (e de tantas outras pessoas que sofrem com essa doença terrível intitulada como câncer). Mas eu acho que a história não é sobre a doença ou sobre os efeitos de se estar morrendo. Mas é uma história a respeito do Universo.
E o Universo ali era Hazel e Gus.
Não precisamos estar com uma doença grave para estarmos morrendo... Todos nós estamos envelhecendo a cada segundo e não temos ideia do que pode nos acontecer. Tem gente que não vive não por ter que andar com um cilíndro de oxigênio, mas por não conseguir abrir o coração e se libertar de medos e traumas. Tem gente "saudável" que se encontra em um estado vegetativo, por conta de tristezas ou pela própria incapacidade de enxergar algo bom na vida.
Tem gente morrendo por não perceber que são muito mais do que os outros dizem, que são incríveis ao invés de patéticos (como julgam ser).
No final das contas, todos estão lutando contra si mesmos e nem percebem isso, seja lutando contra uma parte do próprio corpo que se tornou uma doença ou contra sua própria mente.
Mas Hazel e Gus me ensinaram que o melhor a se fazer é viver a profundidade de ser você mesmo, viver no seu infinito (ele não precisa ser o maior de todos, mas tem de ser SEU) e fazer dele o que você quer fazer de verdade.
Se tem um sonho louco... por que não o realiza?
Eu realizo meus sonhos através das palavras, mesmo que ainda não possa realizá-los literalmente.
Não importa a nossa condição nessa vida, não importa o fato de que o mundo é uma droga, o que importa é que as coisas são o que a gente enxerga e sente (e não digo enxergar com os olhos - né Isaac?? Haha - mas enxergar com o que você é).
Uma explosão de ideias e sentimentos aconteceu dentro de mim.. e devo isso graças à essa história linda.
Hazel tinha medo de se envolver com Gus porque achava que o machucaria, por se considerar uma granada. Mas... Hazel Grace, eu sinceramente acredito que todos nós somos granadas.
Não importa como nos ferimos, não importa o que o mundo faz conosco, não importa que as coisas que queríamos não aconteceram, não importa se tudo parece conspirar para fod*r nossa vida... O Mundo não é uma fábrica de realizações de desejos, mas nós podemos ser. Nós podemos pegar todas as coisas ruins e transformá-las em benefícios.
E  o mais legal é que o benefício para um não é o mesmo para o outro, cada um tem seu próprio conceito do que é bom, do que é a alegria.
Tudo o que eu quero vivenciar nesse momento é a minha inspiração e ânsia de escrever, porque voltei a sentir a velha e boa sensação de que a escrita é mágica, remédio e veneno.. phármakon.
Todas as minhas angústias e desesperos de ontem à noite se transformaram em astros. E se me perguntarem porque meu coração se transformou em algo esperançoso, feliz e reflexivo; direi com muito gosto: A Culpa é das Estrelas.

- Thaís Tiemi Yamasaki (uma hipocondríaca que enfrentou um Sick-Lit)

*Atualização: Acabei de descobrir que John Green e Esther Earl (a moça que o inspirou a escrever) se conheceram em um evento sobre Harry Potter!!! Que alegria saber disso! Esther tinha um vlog, acho que vale a pena assistir! (AQUI)



Desilusão - Quebrando algumas ideias fantasiosas

Hi, my lovely readers!! Há séculos que pretendia escrever esse post, pois acho que ajudará muita gente. Afinal, quem nunca teve uma desilusão amorosa?
Acredito que as desilusões podem ser classificadas em dois tipos. Tem a desilusão platônica, na qual você não tem envolvimento real nenhum com a pessoa amada (fica apenas no amor platônico) e então descobre que a criatura em questão gosta de outra pessoa e/ou está namorando.O outro tipo diz respeito a quando você tem algum rolo/relacionamento com o ser em questão e então por algum motivo toma um fora (vulgo pé na bunda). Já passei pelos dois haaha e sou especialista em superar isso! Agora que estou numa fase mais tranquila, sem essa questão de poder ter o coração quebrado, considerando que meu coração está zen (zen paciência para essas coisas hahaha). É impossível prever quando você terá uma desilusão, mas com o coração vazio fica difícil de ter alguma, né?
Enfim... Gostaria de dizer que toda dor provinda de um "passa fora" logo desaparece.
Você sempre vai achar que jamais esquecerá a tal pessoa e que jamais voltará a ser feliz... mas isso tudo é uma grande tolice. É claro que você não esquecerá a pessoa, pois todos que amamos ficam marcados em nós para sempre, mas tal lembrança já não significará tanto, ou melhor, terá um significado mais ameno.
Todas as 4 vezes (ou mais, até perdi a conta kkkk, brincadeira u.u é que uma mesma pessoa já me deu um monte de foras) em que sofri uma desilusão, fiquei quase da mesma forma: depressiva, sentindo que o meu coração estava sendo estraçalhado em milhões de pedacinhos, que o Universo me odiava e estava conspirando contra mim, que nunca mais voltaria a ser feliz, que jamais esqueceria a pessoa, que só ela se encaixava no meu coração e jamais encontraria outra pessoa pela qual poderia me apaixonar.
Alguns meses depois (ou anos, dependendo do tanto que eu amava o meu "alvo" kkk), lá estava eu, feliz e já encantada com outro garoto, com a coragem e disposição de enfrentar todo o processo novamente.
Fiquei muito tempo sem gostar de ninguém e com preguiça em relação a esse negócio de Amor kkkk (estou nessa fase agora), mas de repente, a vontade de ser feliz nessa área voltava ao meu ser.
Você pode pensar que é pior quando o seu grande amor começa a namorar com outra pessoa, mas eu acho que desse jeito é mais fácil de esquecer. Há pesquisas que comprovam que quando o nosso cérebro encontra uma única possibilidade de algum dia o idealizado romance dar certo nós não nos desiludimos, pois acreditamos que há uma chance de sermos correspondidos. Agora, quando você lida com o fato de que a pessoa está namorando, você desencana mais rapidamente.
Vai ser horrível na hora e não tem jeito de não enfrentar a dor, mas ela passa e depois parecerá ridícula.
Ahh Thaís, mas o que eu faço para vivenciar esse momento terrível sem sofrer tanto?
Listei algumas dicas que podem ajudar :)

Leituras do Mês

Hi, my lovely readers!! Yo, minna san!
Finalmente resolvi dar o ar da graça! Bom, acredito que até o final do ano que vem, aparecerei aqui só de vez em quando :(  Estou trabalhando na minha monografia...  visitando um abrigo para moradores de rua (experiência muito bacana sobre a qual um dia relatarei). Além de estudar, estou lendo bastante e desenhando (meu novo hobby!). 
Nesse último mês, graças à minha amiga Flávia (louca por livros, como eu), consegui ler as seguintes obras:
"Minha Vida Fora de Série 1 e 2", "Lola e o Garoto da Casa ao Lado" e "Simplesmente Ana" (agora estou lendo o famoso "A Culpa é das Estrelas").
Além destes, também li A Gramática do Amor.
Vou falar um pouco sobre "Simplesmente Ana" de Marina Carvalho e "A Gramática do Amor" de Rocío Carmona :)

A gramática do amorFiquei morrendo de vontade de ler "A Gramática do Amor" por conta de seu enredo extremamente curioso e interessante. 
A protagonista Irene enfrenta a sua primeira grande desilusão amorosa (quem nunca? Haha) e é nesse contexto de muita tristeza e decepção, que o seu professor de gramática lhe propõe um desafio muito instigante. O professor Hugues se oferece para dar aulas de Gramática do Amor (what??) à menina. 
Dessa forma, o docente passa uma lista de clássicos da Literatura para Irene e pede que ela escreva um ensaio sobre cada um deles, dizendo que lições sobre o amor tirou de cada um.
Gente, imagina só, ter um curso sobre o Amor através de referências literárias incríveis como Jane Austen, Tolstói, Murakami, García Márquez, Chartote Brontë etc!!
Foi extremamente gostoso realizar essa aprendizagem junto com a Irene. Afinal, além de mergulhar na intertextualidade deliciosa que Carmona criou, também conhecemos o dia-a-dia da personagem. A moça se mete em um monte de encrenca, aprende a lidar consigo mesma e com aqueles que a cercam, se transforma, enxerga coisas que não via, descobre sentimentos que jamais imaginara que poderia sentir, se confunde em relação ao professor Hugues...enfim, o livro fala de romances, enquanto se constituí como um.
Vale a pena ler! 

Já o nacional "Simplesmente Ana" simplesmente me encantou!!
Vocês, leitores, devem saber que sou apaixonada pela série "O Diário da Princesa" e que sinto uma saudade enorme da história.
Ao ler "Simplesmente Ana" pude conhecer uma nova princesa que conquistou a minha simpatia!
Simplesmente AnaNão tem como não lembrar da Mia ao ler sobre a Ana! Porém, acredito que a última tem muito mais atitude do que a nossa querida princesa americana. Amo a Mia, mas acho-a infantil em muitas ocasiões. Também tive grandes recordações do filme "Tudo Que Uma Garota Quer", estrelado por Amanda Bynes e Oliver James.
Ana Carina é uma garota comum que vive em Belo Horizonte com a mãe (gente, lembrei de outra brasileirinha mineira da literatura: a Fani! Será que elas se conhecem?? Rsrs), cursa direito e está envolvida com um cara que parece bem legal. Porém, uma coisa a intriga bastante: vive tendo um sonho bem estranho.
Ana tem o anseio de descobrir o que raios o sonho recorrente significa, mas nunca descobre... 
Até que um dia, recebe uma mensagem bombástica pelo Face que muda sua vida para sempre. 
A mensagem fora enviada pelo seu pai que é nada mais, nada menos, que o rei da Krósvia (um país da Europa)!! Ou seja: Ana é uma princesa!
O rei Andrej convida a filha para passar um tempo no país, pois deseja que um dia a moça possa assumir seu lugar como herdeira do trono. Além do mais, Andrej quer recuperar o tempo perdido e construir uma relação com Ana. A vida da personagem tem um giro de 360º, imaginem só..., descobrir que você faz parte de um outro lugar e que tem quase uma segunda identidade!
Ana resolve trancar um semestre na facul e partir para a Krósvia. Assim, deixa sua mãe, avós, família e rolo (quem sabe futuro namorado) no Brasil.
Porém, ela não tem noção de que muuuuitas outras coisas irão acontecer em sua vida. 
Mesmo que queiramos escapar dos abalos da vida, eles sempre conseguem chegar até nós.
Ana conhece a paisagem deslumbrante da Krósvia e o também deslumbrante Alex, enteado de seu pai.
Geente, livros nos fazem imaginar tantas coisas, além de ter o poder de despertar sensações e insights. Quando li sobre o Alex, imediatamente imaginei ele como um colega de uma certa disciplina que estou fazendo hahaha (não conto quem é, nem se me pagarem)! Ler "Simplesmente Ana" era vivenciar todas as situações como se eu fosse a Ana e meu colega fosse o Alex, foi tão bom... Enfim, deixe-me despertar desses derretimentos literários, para voltar à mini-resenha. Está na cara que a protagonista e o enteado do pai desenvolverão uma relação, né? Mas que relação será essa? Amor, ódio, indiferença?? Posso garantir que surpreende em muitos aspectos! Assim que ambos se conhecem, Alex trata Ana de modo bem frio, ele se mostra um insuportável engraçadinho (me lembra o Mr. Darcy - tirando a parte do "engraçadinho" rs).
E para piorar, é ele quem será uma espécie de tutor de Ana, durante o período da moça na Krósvia.
Os dois saem para passear e conhecer o país e, durante esse tempo, brigam bastante e se conhecem.
A partir daí, acontecem váárias coisas! Ana enfrenta desafios, tem de lidar com escolhas, descobre coisas, vivencia momentos bons com pessoas maravilhosas (como Karenina e Irina s2) e outros momentos tensos com pessoas desprezíveis (Nome de Cachorro kkkkkkk - quem ler o livro, entenderá), mas acima de tudo, cresce e aprende mais sobre si mesma.
Tive vontade de matá-la em certas ocasiões, mas respirei fundo e disse a mim mesma: o momento de compreensão da personagem acerca de suas próprias atitudes chegará.
Enfim, gente, o livro é realmente muuito gostoso de ler! Apreciei cada página e realmente senti prazer na leitura (só fico triste por não ter um Alex, mas ok! Kkkkk). Uma história apaixonante e que também nos traz várias lições, risadas e reflexões. Não deixem de ler!

Como vocês puderam perceber, voltei a ler romances! Eeeeee! Não sei até quando isso vai durar, mas estou aproveitando essa minha empolgação!


Um não sei o quê

Eu sou um não sei o quê.
É, não sei o que eu sou, quem eu sou, o que aconteceu ontem.. 
Estou flutuando dentro da minha própria vida, tentando achar o fio da meada que eu perdi.
Porque eu me enrosco nos meus pensamentos amargos, na minha hipocondria desenfreada e me sufoco neles. Eu me afogo no sangue que jorra do meu coração partido. Eu me afogo nas tentativas inúteis de querer amar. Não consegui fazer você ver, não consegui... e isso me destrói.
Minha boca pintada de vinho escuro me deixa com cara de escuridão, revolta, mistério.. e é isso o que eu também sou por dentro. Serena num dia e bombástica no outro. Não consigo conviver com minhas contradições.
Estou vivendo no modo avião, não ouço a vibração da minha vida. Eu quero fugir daqui, fugir de mim.
Porque eu era eu quando você estava ao meu lado e agora você não está mais aqui.
Agora você é qualquer um... Eu estou ferrada da vida contigo. Com vontade de tacar um livro na sua cabeça e te fazer olhar para o próprio umbigo.
Mas eu só me encolho abraçando minha mochila e faço bico.
Morrendo por dentro. Perdida.
Eu quero sempre o impossível, eu sou impossível...
Me atraio pelo tormento, por mentes permeadas de escuridão, de tristeza. Porque sei que as melhores pessoas são essas que se isolam no silêncio e mergulham na profundidade da dor. Pessoas infelizes são as mais incríveis, porque não se contentam com as pseudo-alegrias desse mundo horroroso. No fundo, tudo é alegria falsa, instantânea. Quem não se sente feliz diante disso... tem uma mente brilhante, diferente.
Gosto de Bukowski e nem sabia. Gosto porque Bukowski é uma parte de mim e sempre me faz lembrar de quem não devo, mas esse de quem não devo lembrar também lembra eu mesma. 
Me sinto confortável na agonia, na tristeza infinita... não sei lidar com a alegria.

- T. T. Yamasaki

Síndrome de Mística

Hi, my lovely readers!! Como estão?
Hoje vim falar de uma graaaande característica negativa que eu costumava ter! Acredito que muitas pessoas sofram com essa questão, por isso resolvi escrever esse texto. Por que "Síndrome de Mística"? Bom, eu que inventei esse nome haha pois acho que se encaixa perfeitamente com o vício/perturbação/problema sobre o qual vou falar. Vocês devem conhecer a Mística, personagem de X-Men, e sabem que a mutação dela é poder se transformar em quem ela quiser. Então... eu fazia mais ou menos o que ela faz (a diferença é que eu não podia me transformar literalmente em quem eu queria)... Ahn, como assim Thaís? Bem, vou explicar!


Diante de toda a minha insegurança e toda a péssima imagem que eu tinha de mim mesma, achava que precisava me transformar em outras pessoas para agradar e conquistar aqueles que eu amava. 
Eu tinha a ideia idiota de que alguém só me amaria se eu fosse perfeita. Sendo assim, eu nunca era eu mesma e,automaticamente, começava a agir da forma como eu imaginava que tal amigo/amado iria apreciar. Ou seja, me tornava praticamente uma cópia (barata) de outras pessoas, das pessoas que eu pensava que aqueles que eu amava admiravam. 
Era impressionante o quanto eu me modificava e dava uma de Mística.... Muitas vezes, até sem perceber. Parecia que eu era uma espécie de organismo que se adapta ao ser amado, com o pensamento ridículo de que, agindo assim, a criatura passaria a me amar.
Tenho muitos exemplos para contar...

Book* Freud, me tira dessa! - Laura Conrado

Hi, my lovely readers!! Nossa, amanhã já é meu aniversário :O Até que estou animadinha!
Bom, ontem eu estava meio apática, pensando no que eu poderia fazer para melhorar minha vida. Meu grande interesse atualmente é: me conhecer melhor, tentar me compreender. Eu até tentei agendar uma sessão de psicoterapia na Unicamp, mas a fila de espera está gigantesca! Sendo assim... fiquei desesperada pensando em uma forma de conseguir me destravar... Para quem não sabe, eu estudo um pouco de psicanálise na faculdade, pois estou trabalhando numa linha de pesquisa com viés psicanalítico. Tenho um conhecimento razoável sobre isso, mas só consigo ajudar os outros. A auto-análise não é tão eficaz quanto ter alguém te ajudando. Pois bem, ontem eu estava conversando com uma amiga sobre livros e ela me fez ter uma baita vontade de ler algo. Mas o problema é que nenhum livro estava conseguindo prender minha atenção...Porém, eu sabia que alguma obra estava me chamando, estava querendo que eu a lesse. Até que o livro "Freud, me tira dessa!" chegou até mim! Era exatamente o que eu precisava. Por quê? É isso que vocês vão descobrir agora...
Freud, me tira dessa!Sinopse
Freud, me tira dessa! narra a história de Catarina, uma jovem que passa a morar sozinha em função do novo emprego. Dona de uma vida amorosa catastrófica e disposta a rever suas escolhas, Cat busca ajuda na psicoterapia. Como se não bastasse o dolorido processo de conhecer a si mesma e de adentrar na relação com seus familiares, Catarina se apaixona pelo terapeuta. No auge de sua angústia, a personagem recorre ao pai da Psicanálise para sair dessa. Por meio das confusões de Cat, é possível não simplesmente rir, mas também se identificar com a profunda trajetória de autoconhecimento e aceitação da própria história. O livro rendeu à autora o Prêmio Jovem Brasileiro 2012 na categoria Literatura.
Fonte: Skoob

Adoro Freud e minha vida amorosa sempre foi muito ferrada como a da Cat... kkk por isso me identifiquei (como diria Lacan!).  Me vi nela em várias partes do livro, desde o começo até o final.. mas há pontos em que também somos bem diferentes.O livro já começa com a moça tomando um grande fora, ahh como eu pude compreender a dor da Cat e a indignação de nunca ser escolhida, de ter sempre seus rolos destruídos..e sem perspectiva de dar certo. Ela estava saindo com um amigo do trabalho e o lindo, de repente, termina tudo porque diz estar gostando de outra pessoa (e... para piorar.. essa outra pessoa). Cat acaba sozinha, com o coração partido e se perguntando por que sempre dá certo para os outros e para ela não? O que ela sempre faz de errado para que esse ciclo se repita?

Reflexões e salsicha


"Lá estava eu, olhando para o horizonte. Sozinha, eu sentia. Eu pude ver desde o (re)nascimento do Sol até o (re)aparecimento das estrelas no céu. Passei horas e horas apenas admirando os raios solares preencherem o céu azul e, mais tarde, as estrelas pontilharem o céu anil. Os raios resplandeciam para todos os lados, sem controle... Lindos, iluminavam a paisagem, mas também queimavam a minha pele. As estrelas... essas estavam confusas, espalhadas aos quatro ventos e eu não conseguia ordená-las em constelações. O vento, ora era brisa, ora era ventania. E eu ali, uma alma portando um corpo.
Um eu sonhando, um eu devaneando, um eu se desesperando, um eu gritando (silenciosamente), um eu tentando enxergar além, um eu lembrança, um eu que lembra, um eu ... 
Uma menina mulher que ainda não aprendeu a ser.. mas que descobriu que isso é algo que não se aprende, é algo que se vive. 
Uma moça descolada... descolada desse mundo tão superfici(m)al. Descolada deslocada.
Louca ou normal? Normal, não quer ser. Normal vem de norma. Ela não quer ser normatizada. Quer apenas ter paz, ser paz, propagar a paz, pois sabe que mandar no mundo não é mudar - é manipular. Ela quer ser livre para ser. Livre ela é no livro que lê.. livro que a livra de toda tensão.  Ela....

Assim tão de repente, voltei à realidade limitadora. A senhora do bandejão me chamou... "Vai querer ou não a salsicha à caçadora?"

- Thaís Tiemi Yamasaki
Vive com um pé no mundo real e o outro na Tiemiland! Além disso, detesta salsicha à caçadora!

Letters* Dessa Vez

Dessa Vez 

"De algum modo, dessa vez eu vejo tudo diferente
Dessa vez, eu consigo pensar melhor
Dessa vez, eu posso me lembrar de tudo e, assim, ponderar
Dessa vez, eu não consigo me entregar ao impulso
Impulso de me atirar no abismo dos meus próprios sentimentos
Dessa vez, eu olho para mim e reflito sobre o que eu sou
o que eu quero
Dessa vez, eu posso ver o que definitivamente não desejo que se repita
Dessa vez, eu não quero ouvir os murmúrios negativos
Dessa vez, eu não quero que ditem o que eu devo fazer
Dessa vez, eu não consigo deixar que as minhas vontades cegas me dominem
Dessa vez, eu me barro e me apoio em mim mesma
Dessa vez, eu vejo que uma situação dolorosa é a minha chance de mudar o errado
Dessa vez, eu percebo que eu estou aqui e essa é a minha vida
Dessa vez, eu quero me proteger
Dessa vez, eu não choro pelo acontecimento ruim, mas pela minha forma de lidar com isso
Dessa vez, eu vejo que já não dá mais
Dessa vez, eu digo Não
Dessa vez, eu não quero
Dessa vez, eu escolho a outra direção
Dessa vez, eu vou ir pelo caminho mais árduo
mas que com certeza culminará na minha transformação"

T. T. Yamasaki

Lições (óbvias) que aprendi

Hi, my lovely readers? Como estão? Espero que bem! Acho que vou começar a escrever um livro de ensinamentos e experiências (auto ajuda? Kk). Ultimamente tenho pensado tanto nas coisas que já vivi e no que aprendi (e ainda aprendo) sobre a vida. Aliás, estou diante de uma grande mudança (de novo Thaís? Haha mas dessa vez a  mudança é séria e importante), mudança de estilo de vida, de pensamento; na verdade, meu pensamento tinha mudado faz tempo, mas só fui perceber agora... graças ao auxílio de um amigo e uma amiga. Muitas pessoas ficarão chocadas, decepcionadas, desapontadas com isso; outras ficarão indiferentes e outras ficarão felizes por mim (não gente, eu não vou largar os estudos e me tornar cantora - seria legal fazer isso, mas minhas cordas vocais não suportariam tanto). Trata-se de outra coisa!


Mas voltando ao que eu estava dizendo...
Acredito que viver é como ser um cientista... Sempre gostei muito de observar tudo e todos e pensar sobre as coisas que aconteciam comigo e com aqueles que vivem (viviam) ao meu redor, não é à toa que decidi escrever diários desde os 14 anos.
Eu vivencio, experimento, observo e então reflito sobre os resultados. É claro que viver vai muito além disso... mas essa é uma grande base para o aprendizado... Colocar a mão na massa  e ver se o resultado final será um bolo ou um quase-bolo.

Depressão - Uma oportunidade em meio à dor

Hi, my lovely readers! Hoje eu vim falar de uma coisa séria: depressão.
Le eu quando estava com início de depressão 
Muitas pessoas acreditam que depressão não é algo real, tratando-a como se fosse algum tipo de frescura ou fraqueza.
Bom, eu acreditava que depressão não era algo sério até o momento em que tive uma crise e pensei em suicídio.
Sempre fui forte e lidei com as dificuldades da minha vida de forma relativamente boa. Ficava bem triste de diante de alguns acontecimentos ruins, mas nunca tinha pensado em morrer! Costumava ouvir os relatos de uma amiga que estava depressiva com certa descrença, eu pensava que ela podia se recuperar a qualquer momento se conseguisse se empenhar de verdade, achava que era um momento de tristeza que logo ia passar. Ela se recuperou e hoje está bem!
Mas quando a depressão chegou até mim, eu vi que não era frescura. É uma doença séria.