Dorama* Hana Yori Dango 2 - Returns

Hi, my lovely readers! Que dia chuvoso hein? Ainda bem que só tenho de ir para a faculdade, de noite.
No sábado, terminei de assistir a segunda temporada de Hana Yori Dango... Será que aprovei??

Sinopse:  Um ano passou desde que nós vimos Makino Tsukushi (Inoue Mao) pela última vez. Ela mantém-se ainda em contato com a maioria do F4, mesmo que se eles estejam formados. Entretanto, Domyouji Tsukasa (Matsumoto Jun), agora na escola de negócio em New York, se distanciou do F4 assim como de Makino. Quando retorna ao Japão, sua mãe anuncia seu casamento com Okawahara Shigeru (Kato Natsuki). E para ajudar.. Hanazawa Rui (Oguri Shun) encontra-se apaixonado por Makino! O amor não deveria ser tão complicado! (Adaptado daqui)

O final de Hana Yori Dango 1 foi lindo e ao mesmo tempo triste rs. Fiquei curiosa para saber se a Tsukushi e o Tsukasa iriam se encontrar. Pois bem, HYD2 começa mostrando a protagonista em Nova York, super perdida haha, pois não domina a língua inglesa.
Fiquei na expectativa do reencontro do casal, mas as coisas não saíram como eu gostaria. Muitos desencontros acontecem, Tsukasa está muito esquisito e mais frio do que o normal. Ele ignora a Tsukushi e pede que ela vá embora dizendo que ela não significa mais nada para ele, mas... eu percebi que havia algo muito estranho aí.
As aventuras em NY são bem legais, gostei de ver a amizade que cresceu entre a Makino e o pessoal do F4. Trata-se de uma amizade verdadeira, pois todos eles querem o melhor para cada um. 
Depois que voltam ao Japão, as coisas começam a acontecer, de fato haha. A notícia que abalará todo o dorama é dada. A desgramada da mãe do Tsukasa resolve arrumar um casamento arranjado para o filho, com a desculpa de que ele precisa salvar a empresa Domyouji da falência.
A noiva dele é engraçada, parece ter um bom coração e tal.. mas eu não gostei nada disso haha. Tinha que aparecer uma terceira para atrapalhar tudo, era o que faltava! 
E para ajudar, a Tsukushi que tem um coração enorme, acaba ficando amiga da moça. Imaginem a situação tensa, você ter que ouvir o discurso de uma amiga-rival apaixonada pelo cara que você gosta! É horrível, já passei por isso. Mais uma vez me identifiquei com a protagonista, ela não consegue contar para a Shigeru que, de fato, também ama o Tsukasa.
No meio de tudo isso, tem o súbito sentimento do fofo do Rui! Gente, ele é tudo de bom.. mas não é o Tsukasa haha.
Como será que a Tsukushi vai lidar com tudo isso?
Posso garantir que coisas bombásticas acontecem ao longo dos 11 episódios! A Tsukushi sofre mais do que não sei o quê (peloamor!), quando uma coisa ruim é resolvida, outra aparece.. assim não dá!
Porém, ela passa por todos os obstáculos com muita garra e, como eu sempre comento, sendo ela mesma.
Me emocionei, ri, me embraveci, me inspirei...Essa segunda parte do dorama é maravilhosa!
Perto do final acontece algo chocante (que me fez lembrar de Percy Jackson).. eu pensei que tudo estava acabado ali, mas... 

CUIDADO, a partir daqui tem SPOILER.

Sei que parece piegas e idiota... mas o amor vence tudo! Não é só em livros, filmes e doramas que isso acontece. Pode sim ocorrer na vida real, eu conheço alguns casos (embora infelizmente não seja um deles haaha). 
É impossível assistir HYD e não lembrar da minha própria vida. O casal Tsukushi e Tsukasa com certeza é um dos meus preferidos ever. Gostei da história dos dois, porque surgem obstáculos reais para impedi-los de ficarem juntos... e o maior deles está dentro dos próprios envolvidos. 
Eles são tão diferentes.. brigam o tempo inteiro, a Tsukushi não admite que gosta do Tsukasa, mas todas as suas atitudes mostram que sim. Nem noiva, nem antigo amor, nem mãe, nem diferenças, nem falta de dinheiro, nem orgulho, nem perda de memória... NADA consegue destruir o amor deles.
Eu chorei MUITO nos últimos episódios... Aliás, derramei litros de lágrimas durante o dorama inteiro.
Principalmente no dia em que a Tsukushi resolve dizer para o Tsukasa que não gosta dele de verdade (baita mentira, ela só disse isso porque queria se sacrificar) e devolve o colar de Saturno que ele havia dado para ela. O Tsukasa joga o colar no rio e vai embora.. ela fica lá parada e de repente percebe o quão tola foi em fingir tal coisa.
Então... a nossa heroína vai até o rio e consegue resgatar o colar. Chorei como uma bezerrinha... 
Nossa, lembro-me de tantas cenas legais!
Mas com certeza.. a que mais me marcou foi a do último episódio, quando o Tsukasa vai salvar a Tsukushi, mesmo sem lembrar dela (pois ele ficou desmemoriado - por isso lembrei de PJ), mesmo estando com outra garota (aquela impostora duma figa).  Por conseguinte, o baka do Domyouji acaba  ficando com febre .. e a Makino cuida dele, como fez na primeira temporada... daí ele lembra de TUDO!
Mano... nessa hora eu já estava afogada no meu rio de lágrimas.
O importante é que o final é LINDO-LINDO-LINDO-LINDO. Os dois acabam noivando!
A maquiavélica mãe dele é obrigada a dar o braço a torcer (pagou a língua). 
Fora isso, ainda tem a história da Yuuki e do Nishikado...! Ele é muito sábio, aprendi umas boas lições.
Agora preciso assistir ao filme (soube que os dois bakas protagonistas sem casam e até têm um bebê! Ownt).
SUPER RECOMENDO! Assistam Hana Yori Dango Returns!




Amei essa montagem! A música combinou demais! 



Minha música favorita!! LINDA-LINDA-LINDA!




Algumas cenas...




A cena do conselho...









 Cena emocionante...












Cena filosófica...




Tsukushi sendo eu haha...




O amor verdadeiro.. ownt!





Letters* A curva que desviou do ponto

De repente, eu estava em paz. O riso súbito invadiu minha face e a alegria se instalou no meu coração. Tentei gravar ao máximo aquele momento em mim, para que eu pudesse lembrar dele quando estivesse triste. 
Dizem que a alegria dura pouco, mas eu digo que podemos prolongá-la se nos esforçarmos.
Eu, finalmente, pude sorrir verdadeiramente, algo bom tinha acontecido.
Quando coisas assim acontecem, consequências surgem. A consequência foi eu olhar para mim mesma e notar que eu tinha voltado a ser eu.
É tão bom poder ter a liberdade de ser você mesma! A amargura e a rispidez me abandonaram (finalmente!).
Todo sentimento de cunho negativo foi varrido do meu coração. Graças a Deus! 
Eu sei muito bem que vou sofrer muito ainda, sei que as coisas não funcionam do jeito que eu quero, sei que vou me revoltar, sei que vou chorar de madrugada, sei que vou me sentir revoltada, sei que vou ter medo, sei que vou ser pisada... Mas nada disso importa se eu puder ser eu mesma.
Guardarei todo pequeno momento dentro do meu coração. Meu Universo Particular é encantado e só MEU.
Não faço questão de vencer todas as discussões e ser a pessoa que domina a situação, sério mesmo.
Mais vale sentir-se em paz do que ser "a boazuda" da estória.
Percebo que a vida está me provocando..., querendo fazer eu cair. Mas eu não vou.
Tudo gira na minha cabeça. Mas dessa vez não é como um furacão, mas como um rodopio que faz cócegas.
Eu estou feliz! Mesmo sabendo de uma coisa horrível que poderia arruinar meus dias. Ainda assim estou contente!
Lembro da última vez em que recebi a mesma notícia. Carambola, eu mergulhei na tristeza.
Mas dessa vez, farei diferente.
Talvez, você... caro leitor(a).. não entenda bulhufas do que estou dizendo, mas eu sei que o seu coração entende.
Coisas belas começam a acontecer dentro da gente. Não desista de ser quem você é, só porque a vida diz que pessoas assim só se ferram.
Sempre desconfiei das estatísticas... porque há sempre um ponto fora da curva.
Meu sorriso é a curva que desviou do ponto :)


Letters* Uma mente sem lembranças

Eu parei de falar a respeito, mas isso não significa que esqueci. Criei o hábito de esconder de mim mesma os pensamentos que ainda me afetam e não sei se isso é bom ou ruim.
Me pergunto por que raios cheguei a isso, aliás, quando paro para refletir, eu nem mesmo entendo o que está acontecendo. É como se a ficha ainda não tivesse caído, sabe aquela sensação de que você está num sono profundo, enquanto vive no corpo de outra pessoa?
É isso, parece que não sou eu quem vivo, parece que estou sob a forma de outro alguém, ou então, que todas as minhas memórias relacionadas ao meu problema desapareceram.
Eu só sinto que há algo, lá no fundo, me chamando a atenção... mas não consigo acessar, porque se trata de uma memória perdida.
Não vou atrás disso, não tento recuperar, porque alguma outra coisa me repele.
Acho que eu quis tanto esquecer que acabei tendo o meu desejo realizado.
A dor foi tanta que o meu inconsciente suprimiu todo o meu sentimento. Não que eu tenha ficado malvadona e sem coração como a Elena, em The Vampire Diaries... mas eu apaguei.
Porém, tudo deixa marcas, eu sinto bem no fundo do meu coração tudo aquilo que me recuso a lembrar.
Isso incomoda. Não estou triste, nem nada... mas estou nostálgica.
Sei que tudo ocorreu da forma como deveria ter ocorrido, sei que foi o melhor pra mim. Me sinto extremamente bem, estando livre dos problemas que meu amor me causava, livre dos insultos, livre de uma pseudo-relação destrutiva, livre da raiva e de toda a escuridão. Mas eu também sinto um vazio.
Porque entre tantas coisas ruins, são das coisas boas que eu me lembro.
Basta eu ouvir certas músicas, basta eu parar de estudar por um minuto, basta eu assistir uma série, anime, dorama... basta eu desviar o olhar, basta eu parar de falar. Aquilo volta com vontade de me corroer, mas eu me tornei tão resistente a isso que não faço nada além de ficar inerte. 
Vazio (                                                    )
Não, não quero mais pensar nisso. Não quero lembrar de como era. Só quero ficar mergulhada no meu vazio e na minha quase-amnésia.
Mas às vezes eu sinto meu sentimento tão perto, clamando para que eu me lembre dele...
É como se eu tivesse mergulhado no Rio Lethe, mas alguma parte de mim não esqueceu de tudo. Que ótimo, estou que nem o Percy quando tem sua memória apagada por Hera, mas ainda assim não se esquece de Annabeth. A diferença é que a minha lembrança é muito fraca, é como se eu lembrasse apenas do rosto, mas não lembrasse do sentimento.
É como se eu fosse o Joel de "Brilho Eterno de uma Mente sem Lembranças"... mas não estou relutando tanto, meu inconsciente está.



Já sei onde isso termina, já vivi isso antes e não gosto nada de repetir a experiência.
Portanto, peço a Deus que retire de mim qualquer resquício do que um dia já senti.
É estranho o fato de isso é o que há de mais meu...ninguém sabe.
É algo que me traz um pouco de bem, ainda que tenha culminado em dor.
Acho que sou eu, querendo transforma pedra em flor.






Ilusão de Ótica pintada a óleo

Hi, my lovely readers! Dia desses, navegando pela net, encontrei pinturas maravilhosas contendo uma das coisas que mais adoro: ilusão de ótica.
As obras são do artista ucraniano Oleg Shuplyak. Vejam o quão incríveis esses quadros são! Uma leitura singular de vários temas e pessoas famosas. Conseguem descobrir de quem são os rostos??

A imagem que apresentei foi esta abaixo. Achei genial o modo como o artista criou o rosto de Lennon. Ele dividiu a imagem em dois lados que representam o bem e o mal, no centro vemos o cantor tocando uma música e sendo tocado pelo anjo. Creio que representa o grande sonho de Lennon, espalhar a paz.

Творчість - Шупляк Олег


Двійний портрет Ван Гога - Шупляк Олег

На театральних підмостках (Шекспір) - Шупляк Олег

Дівчина, що читає Далі - Шупляк Олег


Пейзаж в італійському стилі - Шупляк Олег


Звіздар - Шупляк Олег


Винахідник парашута - Шупляк Олег

Той, що перемагає Дракона - Шупляк Олег

Підглядаючий Фрейд - Шупляк Олег

Amazing, não é??
Confira o portfólio completo de Oleg (AQUI)

4 de Maio

Pois é, my lovely readers... Fiz 20 aninhos no dia 4 de Maio.
Gostaria de compartilhar aqui no meu mundinho virtual um pouco do que estou sentindo.
É engraçado, comecei a me sentir extremamente feliz já no dia 3. Passei o dia inteirinho sorrindo pelos cantos, sendo invadida pelo Amor de Deus, cantando alto e morrendo de rir com a minha irmã.
Oh que fato inédito, eu estava feliz por completar mais um ano rumo à velhice de vida!
Nesse dia, eu não quis pensar sobre ninguém além de mim. Resolvi cessar os pensamentos em torno de amores e outras pessoas, para focar o olhar na minha alma.
No dia do meu aniversário, resolvi sorrir e prometi para mim mesma, que não seria mais um daqueles dias melancólicos de sempre.
Fiz minha costumeira reflexão sobre todos os momentos dos meus últimos anos. 
Lembrei de quando eu era criancinha... dei a mão para aquela japonesinha de franjinha que adorava brincar.
Fiz uma viagem no tempo e gostei do que vi. Estou feliz por ser quem sou e estar onde estou.
Até mesmo as decepções me foram úteis! 
Meu tio me lembrou que agora (de acordo com a tradição japonesa - seijin shiki) sou uma adulta.
É bem assim que eu me sinto! Maas.. a criança dentro de mim permanecerá comigo para sempre. 
Havia coisas cuja existência era de meu conhecimento, mas eu nunca consegui encará-las. Eu sabia que estava na hora de abrir os olhos para certos fatos, só que era tão difícil fazer isso.
Ainda bem que hoje eu posso dizer que consegui fazer isso! O melhor: não fiquei traumatizada.
Li os meus diários antigos e senti vontade de deixar todo o passado pra lá, senti aquela repulsa sobre repetir sempre as mesmas atitudes.. ah sabe, cansei de ficar com joguinhos bobos, passei da idade haha.
E daí que muitas coisa não deram certo? E daí que eu derramei muitas lágrimas?
Passou... passou. É tempo de viver novas coisas!
É hora de me amar e assim, poder amar e ser amada pelos outros.
Hora de soltar minha voz e gritar para o mundo que eu existo e penso o que eu bem entender.
Recebi presentes maravilhosos.. e não eram materiais.
Ganhei o carinho da minha família, mensagens dos meus amigos, telefonema do meu pai.... *-*
Fui às compras com a minha BFF, pintei meu cabelo de vermelho..
Sim... resolvi mudar o look! É sempre bom fazer isso, se renovar e tudo mais.
Estava em dúvida se pintava de preto ou ruivo, mas resolvi arriscar e radicalizar.
Graças a Deus ficou bom, a Pam é uma ótima cabeleireira!
O sábado foi lindo por causa dela *-*
No domingo, fui comemorar no shopping com minhas amigas lindas (e meu BFF)! Almoçamos, assistimos ao maravilhoso filme "Em transe", rimos muito, nos divertimos na livraria...
Foi tudo muito perfeito, só tenho a agradecer a Deus por toda graça.
Ele me ama tanto!!! Obrigada Senhor, por 20 anos de vida.
Prometo que farei cada segundo valer a pena e serei uma filha exemplar.
Happy Birthday to Me!



Letters* Nem percebi

Quando foi que eu mudei tanto? Juro que nem percebi.

As maiores mudanças provém de transformações pequeninas, cotidianas, tão simples que a gente nem nota.
Mas são estes acontecimentos miudinhos que causam uma metamorfose estrondosa.
Quem está ao seu redor nota melhor, você só se toca quando alguém te diz alguma coisa, ou quando para pra pensar debaixo do chuveiro, na cama ou na janela do ônibus.
Sabe aquele velho clichê de que temos que conhecer nós mesmos?
A cada dia que passa, mais eu acredito nele.
Não percebi quando eu me peguei sorrindo por estar contente com o que eu sou agora...
Não notei que os ouvidos já não apreciam as canções tristonhas, tão pouco o fato de que não fico mais remoendo lembranças de outrora.
Lembro de quando assisti "Comer, Rezar, Amar" e fiquei admirada com o que a Liz diz, depois de partir para uma viagem ao mundo, após ter tomado um pé na bunda.  

"Eu pensava que deveríamos ser "infelizes" juntos pra poder sermos felizes. Considere prova de quanto eu te amo ter passado tanto tempo tentando fazer a ideia dar certo. Mas, outro dia, ouvi uma história incrível, chama-se: o Augusteum. Otaviano Augusto o construiu para abrigar seus restos mortais. Vieram os bárbaros, e foi demolido, com o resto. Como Augusto, o primeiro grande imperador de Roma, imaginaria a queda de Roma e de todo o mundo como ele conhecia? Na idade das trevas roubaram as cinzas do Imperador. No século 12, foi uma fortaleza, depois, uma arena de touros, mercado de muambas. Hoje é banheiro de mendigos. É conhecido como um dos lugares mais sossegados e solitários de Roma. A cidade cresceu ao seu redor ao longo dos séculos. Como uma ferida, um coração partido ao qual você se apega pois a dor é boa, todos queremos que as coisas permaneçam iguais, vivemos infelizes com medo que uma mudança estrague tudo. Aí, eu lembrei da história daquele lugar, o caos que ele suportou, o modo como foi adaptado, queimado, abandonado, devastado e construído e me tranquilizei. Talvez minha vida não tenha sido tão caótica. O mundo que é,  e armadilha é nos apegarmos as coisas. A ruína é o caminho que leva à transformação. Devo estar, devemos estar preparados para as intermináveis ondas de transformação. Nós dois merecemos mais do que ficar juntos por medo de sermos destruídos não ficando''.

Há um mês exatamente, eu fui demolida de novo. Mas parece que a cada destruição, mais forte e melhor eu fico. Eu estava em ruínas, não vou mentir... ainda não me reergui completamente, mas posso garantir que estou trabalhando nisso! Essa nova construção me parece belíssima. 
Pensei que eu fosse fazer tudo de novo, mas me espantei ao perceber que fui por um caminho diferente.
Talvez, bem lá no fundo, eu saiba o que é melhor pra mim. Acho que meu cérebro e meu coração finalmente entraram em acordo.
Aquele-que-não-deve-ser-nomeado (não, não é o Voldemort haha) foi embora e me deixou aqui sozinha, munida apenas de nossas lembranças. Ainda por cima, disse que gostava de pisar em mim.
No começo, eu me entreguei à tristeza e achei que fosse ficar no fundo do poço para sempre, pensei que iria ficar tão arrasada quanto da última vez.
Qual não foi a minha surpresa ao perceber que a alegria retornou ao meu coração, poucas semanas após o ocorrido!
Eu não quis mais ir atrás, não valia a pena o esforço.
Eu não quis mais ver, falar ...
Ficar sozinha foi uma das melhores coisas que me aconteceram, só assim pude me perceber e descobrir quem eu era (ou melhor, estava).
Pude me livrar das influências negativas que provinham de uma relação destrutiva.
Pude me ver pelo alto da montanha, dei a mão para mim mesma e a escalei.
Cheguei ao meu reino encantado, onde só há eu. Tinha esquecido do quanto é bom tirar um tempo para eu mesma, conversar comigo e fazer as coisas que eu gosto, sem ter que me preocupar em agradar ninguém.
Estou tão leve, tão preenchida por Deus.
Me reencontrar foi uma das maiores alegrias da minha vida, é por isso que agradeço a você, caro demolidor... por atirar tantas pedras, foi com elas que construiu minha muralha.


Fotografar

Hi, my lovely friends! Feriadão...dá uma vontade de ficar deitada na rede, sem fazer nada. Mas sou elétrica demais para ficar parada rs! Sábado passado, convidei a minha BFF Pam, para fazer uma sessão de fotos em um condomínio very cute, daqui de Sumaré. Amo fotografar! Juntei o útil ao agradável e resolvi aproveitar um dia com a minha amiga, além de trabalhar meu hobby.
O resultado vocês conferem abaixo, espero que tenham gostado das obras dessa amadora que vos escreve!!
Super recomendo uma sessão de fotos para todos! Além de ser divertido, também ajuda a melhorar a auto-estima ;)